Augusto Swing


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O intérprete e compositor Augusto Swing consegue aliar, com grande habilidade,técnica musical e personalidade, o que se traduz em shows com repertório eclético,porém sempre muito cuidadoso e de bom gosto. Tudo o que faz é de um jeito peculiar, exigente e pleno de estilo, coroado por um surpreendente carisma e indiscutível presença de palco.

Muitos cantores animam o público ao som de clássicos de Ben Jor, Tim Maia, Gilberto Gil entre outros grandes nomes da música popular brasileira, mas poucos o fazem com seu talento e naturalidade. Aos 17 anos Augusto tornou-se integrante de um conjunto de samba chamado Sangue Negro, onde permaneceu por aproximadamente cinco anos, para depois seguir o trabalho solo tocando na noite paulistana.

Em 1982 Augusto Swing montou a Banda Energia Total e, desde então, é com ela que sobe aos palcos e solta a voz, mesclando o que há de melhor na MPB. Em seus shows ele ainda inclui composições próprias e, sob a influência do samba-rock, revisita grandes sucessos do gênero.

Autodidata e apaixonado por instrumentos musicais, o artista domina a guitarra _ onde esbanja talento, cavaquinho, violão e percussão, além de ser responsável pelos vocais de sua banda.

Sua ampla trajetória musical lhe conferiu a oportunidade de dividir o palco com nomes consagrados como Nereu Mocotó, Marku Ribas, Luiz Wagner, Susy Bastos e com Bandas como Na Esquina, Clube do Balanço, Sambasonics e Os Opalas, da qual chegou a ser integrante. Ao longo de sua carreira, transitou por países da América Latina divulgando nossa música fronteira afora e conquistando admiradores de sua arte. Em temporadas freqüentes no Japão, Augusto cativou grandes audiências ao entregar um rico e empolgante repertório de MPB.

Sua versatilidade musical o permite interpretar pérolas como a provocante “Menina mulher da pele preta” (Jorge Ben Jor), a empolgante “O Descobridor dos Setes Mares” (Tim Maia), a suave “Você não imagina o bem que me faz” (Augusto Swing), a tocante Esquinas (Djavan), ou ainda nos conduzir a um delicioso passeio pela Bossa Nova, aos acordes da nostálgica Dindi (Tom Jobim).

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